Alcunha dos cuequeiros
Neste post irei falar sobre os nossos cognomes nesta dimensão. O primeiro cuequeiro a ser honrado com um cognome fui eu, cognome esse que era "o traidor". Passo de seguida a explicar o motivo desse cognome.
No início desta aventura os três cuequerios eram seres livres em busca do Santo Graal. Nenhum de nós tinha alguma ligação que seja ao sexo feminino, a não ser a busca incessante da cueca. Era isso que nos movia e nada mais para nós fazia sentido. O objectivo, como já foi explicado, era a busca do Santo Graal para poder exibi-lo perante os outros cuequeiros. Como tal, nenhum de nós tinha alguma espécie de relação, mais séria, com o sexo oposto. Nem sequer nos passava pela cabeça. Mas como não mandamos em certas partes do nosso corpo (não estou a falar nisso), refiro-me apenas ao coração, o impensável aconteceu, apaixonei-me e assumi um relacionamento sério, à homem. Desde então fui posto de parte por esta tribo e colocaram-me o cognome de "o traidor".
Passado não muito tempo... E como o ser humano acha que as coisas só acontecem aos outros, outro elemento desta tribo foi apanhado nas malhas do cupido e, como tal, foi-lhe colocado o rótulo de "roto".
Por fim, o cuequeiro ainda resistente também foi apanhado por esse senhor cupido, e nós começamos a tratá-lo apenas pelo "o outro", pois já não havia mais cognomes disponíveis no Google.
Foi deste modo infeliz que o blog entrou numa espécie de hibernação. Mas após 2 anos de ausência muita coisa aconteceu, mas o importante foi o acordar deste monstro adormecido: oblogdacueca.
Ao longo dos tempos irão ser reveladas pequenas histórias acerca dos cuequerios e das suas vidas durante estes 2 anos de ausência.
O importante por agora é referir que eu já não sou "o traidor", sou apenas um cuequeiro desta tribo.
